Terror Sobrenatural nas Ruas: O Relato de um Policial que Enfrentou a Mulher de Branco
Policial relata ter visto a mulher de branco: Um encontro sobrenatural que o deixou perplexo
Era uma noite sombria e chuvosa. O policial Marcelo, de 32 anos, estava em seu turno noturno patrulhando as ruas desertas de uma cidadezinha do interior. Ele já estava acostumado com a rotina monótona de seu trabalho, mas aquela noite estava prestes a se tornar uma experiência que ele jamais esqueceria.
Por volta das 2 da manhã, enquanto Marcelo dirigia em sua viatura, seus olhos se fixaram em uma figura que apareceu de repente na beira da estrada. Era uma mulher vestida de branco, com longos cabelos negros soltos ao vento. Marcelo estranhou, pois aquela região era deserta e aquela hora da madrugada era improvável encontrar alguém ali.
Ele decidiu parar e abordar a mulher para saber se estava tudo bem, já que o dever do policial era zelar pela segurança dos cidadãos. Porém, ao se aproximar, Marcelo ficou arrepiado. A mulher estava com uma expressão vazia, olhando fixamente para o horizonte, como se estivesse em transe.
Marcelo se aproximou cautelosamente e tentou chamar sua atenção, mas a mulher não respondia. Ele então estendeu a mão para tocar seu ombro, mas sua mão atravessou o corpo dela como se fosse feita de ar. Marcelo ficou em choque, sem entender o que estava acontecendo.
Foi quando ele notou que a mulher não tinha pés. Ela parecia flutuar alguns centímetros acima do solo. Marcelo ficou perplexo e seu coração acelerou. Ele tentou se comunicar com a mulher, mas ela continuava em seu estado catatônico, com olhos vazios.
Diante da situação inexplicável, Marcelo decidiu chamar reforços. Ele se afastou da mulher e fez uma ligação pelo rádio comunicando o ocorrido. Enquanto esperava por ajuda, ele continuou observando a mulher de branco, que permanecia imóvel.
Alguns minutos depois, seus colegas chegaram ao local. Eles também tentaram se comunicar com a mulher, mas obtiveram a mesma resposta: nenhum sinal de vida. Decidiram então chamar uma equipe de resgate para verificar seu estado de saúde.
No entanto, antes que a equipe de resgate chegasse, a mulher de branco desapareceu diante dos olhos de Marcelo e de seus colegas. Ela simplesmente se dissolveu no ar, como se nunca tivesse estado ali. Marcelo ficou ainda mais perplexo e sem palavras para descrever o que havia testemunhado.
Depois do ocorrido, Marcelo foi investigar a região e descobriu que havia uma lenda local sobre uma mulher vestida de branco que aparecia em estradas desertas durante a noite. Diziam que ela era um espírito errante em busca de algo ou alguém.
Marcelo, que sempre foi cético em relação ao sobrenatural, ficou abalado com o que tinha presenciado. Ele não tinha uma explicação lógica para o que tinha visto. Ele se questionava se realmente tinha testemunhado um fenômeno sobrenatural ou se sua mente estava pregando peças nele.
Ele compartilhou sua experiência com seus colegas e superiores, mas muitos não acreditaram nele, atribuindo o acontecido ao cansaço do trabalho noturno. No entanto, Marcelo sabia que tinha visto algo inexplicável e aquela experiência mexeu com ele profundamente.
Os dias seguintes foram repletos de questionamentos e pesquisas sobre lendas e relatos de aparições sobrenaturais na região. Marcelo também conversou com moradores locais, que confirmaram a existência da lenda da mulher de branco, relatando histórias similares de encontros com o suposto espírito.
Marcelo também passou a enfrentar noites inquietas, com sonhos perturbadores e sensação de estar sendo observado. Ele se questionava se a aparição da mulher de branco tinha algum significado ou mensagem para ele.
Com o tempo, Marcelo tentou deixar a experiência para trás, mas era algo que o assombrava. Ele continuou suas atividades como policial, mas sempre manteve os olhos atentos nas estradas desertas durante suas rondas noturnas.
Meses se passaram desde o encontro com a mulher de branco, e Marcelo estava em patrulha em uma noite tranquila quando, de repente, avistou novamente a figura vestida de branco na beira da estrada. Dessa vez, ele estava mais preparado e se aproximou com cautela.
Ao se aproximar, ele notou que a mulher tinha a mesma aparência da última vez, com os olhos vazios e expressão inerte. Marcelo decidiu tentar se comunicar novamente, mas novamente não obteve resposta.
Ele então tomou coragem e perguntou em voz alta se a mulher precisava de ajuda ou se tinha alguma mensagem para ele. Para sua surpresa, a mulher lentamente levantou os olhos e olhou diretamente nos olhos de Marcelo.
Em um momento de silêncio tenso, Marcelo sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Ele notou que os olhos da mulher estavam cheios de tristeza e sofrimento. Ela olhou para ele por alguns segundos, como se quisesse dizer algo, mas nenhuma palavra foi proferida.
De repente, a mulher começou a desaparecer lentamente diante dos olhos de Marcelo. Ele tentou segurá-la, mas suas mãos atravessaram o vulto como antes. Ele assistiu, perplexo, enquanto a mulher se desvanecia no ar até desaparecer por completo.
Dessa vez, Marcelo não tinha medo. Ele sentiu uma sensação de compaixão e compreensão. Ele acreditava que a mulher de branco era um espírito preso naquela região, talvez em busca de paz ou justiça.
Marcelo nunca mais teve outro encontro com a mulher de branco depois daquela noite, mas ele nunca esqueceu essa experiência. Ele passou a ser mais aberto às possibilidades do mundo sobrenatural e aprendeu a respeitar as crenças e histórias populares da região em que trabalhava
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